Tem um ditado no nosso setor: a melhor proteção é a que você nunca precisa acionar. Proteger o carro não começa no contrato — começa nos hábitos de quem dirige. E quando a prevenção não dá conta, aí sim a proteção entra em cena.
Manutenção em dia é a primeira proteção
A maioria das dores de cabeça no trânsito nasce de item barato mal cuidado: pneu careca, freio no limite, óleo vencido. Revisão periódica custa uma fração do prejuízo que evita — e carro revisado vale mais na hora de vender.
Hábitos que reduzem risco
- Estacione em locais iluminados e movimentados sempre que possível
- Redobre a distância do carro da frente em dia de chuva
- Evite usar o celular ao volante — a maioria das colisões urbanas é por desatenção
- Conheça o caminho antes de sair, principalmente em cidade desconhecida
O que a prevenção não resolve
Roubo, furto, enchente, o outro motorista que avança o sinal: há riscos que não dependem de você. É para esses que existe a proteção veicular — com cobertura contra colisão, roubo e furto, proteção a terceiros e indenização pela tabela FIPE.
Assistência 24h: a prevenção do dia ruim
Pane, pneu furado ou pane seca não escolhem hora. Uma assistência 24 horas com guincho em todo o Brasil transforma o que seria um dia perdido em um contratempo de uma hora. É a parte da proteção que você sente no dia a dia, mesmo sem nenhum acidente.
Prevenir e proteger não competem — se completam. O motorista que faz os dois dirige mais tranquilo, gasta menos e dorme melhor.